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Winter foi presa com base na Lei de Segurança Nacional

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A medida, autorizada por Alexandre de Moraes, foi assinada pelo vice-procurador-geral, Humberto Jacques.

A prisão da ativista Sara Winter foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, com base na Lei de Segurança Nacional.

Winter e outros cinco integrantes do grupo “300 do Brasil” foram alvos de mandado de prisão, nesta segunda-feira (15), após uma série de ataques e ameaças a integrantes da Corte.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) resolveu agir por conta própria e pediu ao STF a prisão temporária de integrantes do grupo. 

A medida, autorizada por Moraes, foi assinada¹ pelo vice-procurador-geral, Humberto Jacques, nome próximo ao procurador-geral Augusto Aras.

Todas as pessoas que tiveram prisão autorizada pelo STF são ligados ao grupo “300 do Brasil”. Eles são suspeitos² de organizar e captar recursos para “atos antidemocráticos e de crimes contra a Lei de Segurança Nacional”.

Eles foram alvos de um inquérito, sigiloso, aberto no fim de abril para apurar se há envolvimento de parlamentares com a organização de eventos que pedem o fechamento do Supremo, do Congresso, bem como a volta da ditadura militar. 

Esse é o motivo pelo qual o caso está correndo no Supremo, sob condução da PGR.

No último sábado (13), após a desmobilização do acampamento pelo governo do Distrito Federal, integrantes do grupo invadiram a parte de cima da cúpula do Congresso Nacional. À noite, dispararam fogos de artifício contra o prédio do Supremo.
Referências: [1][2]

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