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Witzel acusa Bolsonaro de tramar operação com Aras

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Witzel acusa Bolsonaro de tramar operação com Aras
Imagem: MARCOS CORRÊA / PR
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Bolsonaro e Aras “criaram uma narrativa, que é nitidamente uma perseguição política”, diz Witzel.

Após ser alvo da operação “Placebo”, da Polícia Federal (PF), a estratégia de defesa de Wilson Witzel, governador do Rio de Janeiro, parece estar bem definida. 

Witzel voltou a atribuir a operação desta terça-feira (26) contra Bolsonaro durante uma entrevista¹ à emissora CNN Brasil:

“Infelizmente o presidente Bolsonaro começou uma guerra comigo, achando que estou perseguindo os filhos.”

O governador disse que o presidente “conseguiu” a decisão do Superior Tribunal Justiça (STJ), que autorizou busca e apreensão em sua residência e no escritório da mulher, através da atuação do procurador-geral da República, Augusto Aras:

“Conseguiu uma decisão com procuradores da República, junto com o procurador-geral da República, e criaram uma narrativa, que é nitidamente uma perseguição política.”

No entanto, integrantes da cúpula da Procuradoria-Geral da República (PGR) defendem o trabalho feito na operação “Placebo” e sustentam que não há elementos que apontem direcionamento nos procedimentos adotados pelo Ministério Público Federal (MPF).

De acordo² com esses integrantes, Augusto Aras não participou da formulação dos pedidos para que a PF cumprisse buscas e apreensões no Palácio da Guanabara, sede do governo do Rio; no Palácio das Laranjeiras, residência oficial do governador; em uma antiga casa de Witzel; e no escritório de advocacia da primeira-dama.

Referências: [1][2]
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