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Witzel aponta ligações entre Hezbollah e traficantes do Rio

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
Witzel aponta ligações entre Hezbollah e traficantes do Rio

Terroristas do Hezbollah têm ligação com o tráfico do Rio. Investigação começou após prisão de chefão do CV e do PCC durante o Carnaval de 2018.

Em fevereiro de 2018, Elton Leonel Rumich, conhecido como ‘Galant’, acabou sendo preso pela Delegacia Especializada em Armas e Explosivos (Desarme) durante o Carnaval no Rio de Janeiro.

Apontado como um dos chefões do CV e do PCC, ele chegou a oferecer R$ 7 milhões aos policiais para não ter cinco celulares e uma caderneta com anotações de valores levados.

O motivo está sendo aos poucos revelado: uma ligação entre o tráfico e o grupo terrorista libanês Hezbollah.

Na última sexta-feira, dia 19 de julho, o braço do narcoterrorismo no Rio foi citado pelo governador Wilson Witzel, durante uma entrevista coletiva.

“Há sim empresas, como não poderia deixar de ser, que estão lavando dinheiro do tráfico de drogas. E há indícios do relacionamento das facções com grupos terroristas, mas essa fase da investigação ainda está incipiente porque talvez precise de uma integração com a Polícia Federal. Provavelmente são grupos terroristas como o Hezbollah”, afirmou Witzel, segundo a rádio Jovem Pan.

A reportagem do jornal O Dia apurou que uma das investigações em curso é justamente o desdobramento da prisão de Galant.

Ainda sob a titularidade do delegado Fabrício Oliveira, a Desarme solicitou ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) a listagem de nomes de pessoas que realizaram transações financeiras com Galant.

O órgão financeiro respondeu com uma surpreendente lista de 30 mil pessoas, revelando um larga rede. Entre elas, supostos terroristas investigados na lavagem de dinheiro do tráfico na Tríplice Fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai.

“Os nomes desses terroristas foram citados, pela primeira vez, em um relatório do Departamento do Tesouro Americano, de 2006”, apurou a reportagem junto a um agente do DEA, agência norte-americana de combate ao narcotráfico.

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