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Witzel atacou a PF poucos dias antes de ser alvo de operação

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Witzel enfrenta vaias e gritos de traidor em evento no Rio
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“Polícia Federal está fazendo várias ilações”, disse Witzel uma semana antes de ser alvo da operação Placebo.

Na última terça-feira (19), Wilson Witzel (PSC-RJ), governador do Rio de Janeiro, negou qualquer envolvimento em um esquema de corrupção nos órgãos de saúde do Estado em meio à pandemia de coronavírus.

“Eu acho, assim como vários governadores, que a Polícia Federal está fazendo várias ilações. Estão tentando colocar todos os governadores em investigação”, disse Witzel em entrevista¹.

Uma semana depois, Witzel acordou com as notícias² da operação “Placebo”, que mira suspeitas de desvios de recursos da saúde do Rio.

Ao todo, 12 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos — um deles no Palácio Laranjeiras, residência oficial do governador.

Witzel e a esposa, Helena, também são alvos da operação, que foi autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Referências: [1][2]
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