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Witzel tinha o comando da estrutura fraudulenta, diz STJ

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Ministro disse que Witzel “mantinha o comando das ações” da estrutura responsável pelos “contratos supostamente fraudulentos”.

Na decisão em que autorizou a operação “Placebo”, da Polícia Federal (PF), o ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), diz que o governador Wilson Witzel “tinha o comando” da estrutura que deu suporte aos possíveis casos de fraudes no Rio de Janeiro.

Gonçalves disse que os investigadores descrevem¹ que Witzel “mantinha o comando das ações (auxiliado por HW) tendo seu secretário ES delegado funções a GN, criando-se a estrutura hierárquica que deu suporte aos contratos supostamente fraudulentos”.

A sigla HW é uma referência a Helena Witzel, ES o ex-secretário de Saúde, Edmar Santos, e GN, Gabriell Neves, ex-subsecretário de Saúde que foi preso em operação no início do mês.

As investigações da PF também têm como alvo² o escritório de advocacia da primeira-dama. 

Além do Palácio Laranjeiras, residência oficial do governador Witzel, na zona sul da capital fluminense, os agentes da PF cumpriram mandados de busca e apreensão na casa em que o mandatário morava antes de assumir o governo Rio, no Grajaú, e ainda no Palácio da Guanabara, sede oficial da administração fluminense.

Ainda segundo a decisão³ do ministro, “a medida cautelar de busca e apreensão se faz necessária no caso em análise uma vez que a diligência poderá garantir a localização e apreensão de variada documentação (física e eletrônica) em poder dos investigados”.

radar

Referências: [1][2][3]
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